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    Caatinga tem aumento no número de queimadas

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    2 min de leitura

    Oferecido por

    Foto: iStock

     

    Estamos na estação mais seca do ano e devido à falta de chuvas, as queimadas se tornam comuns em várias áreas do país, mas, ainda não chegamos nos meses de maior pico de queimadas.

     

    Queimadas em biomas brasileiros


    Se comparado ao ano de 2020, a Caatinga registrou um aumento exponencial nos focos de queimadas neste ano de 2021.

     

    Confira abaixo os dados sobre queimada na região da Caatinga brasileira 

    Entre os dias 01 de janeiro de 2021 até 23 de julho, o bioma da caatinga registrou 51.940 focos de calor de acordo com todos os satélites de referência do INPE. 

    Destes 51.940 focos de 2021:
    31,7% aconteceram sobre a Bahia, totalizando 16.442 focos
    22,3% no Piauí, com 11.607 focos
    15,1% no Ceará, com 7.840 focos. 


    O Maranhão foi o estado com menos focos, 429, ou seja, nem 1% do total do afetado. 

    Neste mesmo período do ano de 2020, foram registrados 15.363 focos analisando todos os satélites de referência, ou seja, 2021 está 3,4 vezes com mais focos de queimadas do que no ano passado.


    Se compararmos todos os biomas nacionais, o Cerrado representa 44,8% dos focos de queimadas do Brasil, seguido por 27,5% na Amazônia, 17% na Mata Atlântica e a Caatinga entra em 4° lugar com 6,1%. Já o Pantanal, que foi extremamente destruído ano passado pelas queimadas, representa neste ano 2,5% das queimadas em biomas nacionais. 

     

     

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